Pichações sem controle no Centro – Desta vez, foi o Edifício Dias Velho, no Calçadão

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Eram 19h10min da última quinta-feira, 7, quando dois jovens arrombaram a porta que conduz ao terraço do Edifício Dias Velho, no Calçadão da Felipe Schmidt.
Menos de 15 minutos depois deixaram o local.
Mas as marcas da ação deles ainda podem ser vistas no alto da fachada do prédio: são inscrições e rabiscos feitos com tinta preta e vermelha.

Fachada dos fundos do Dias Velho, vista desde o Ticen (Foto: Lucas Zaper)

As câmeras de segurança flagraram o vandalismo. Um boletim de ocorrência foi feito e as imagens cedidas à polícia. Mas até agora, ninguém foi identificado.
As pichações ocorreram nos fundos do Dias Velho, que tem a entrada pelo Calçadão, e podem ser observadas desde o Mercado Público e Ticen.

O incidente se soma às dezenas de atos similares que estão acontecendo no Centro da Capital, nos últimos tempos.
No mês passado, os pichadores subiram pela fachada de um dos prédios da Rua José Jaques, que formam o ‘Paredão’ da Avenida Hercílio Luz, e foram deixando seus rastros em todos os 11 andares.

Pichadores escalaram prédio na Rua José Jaques, ao lado da Hercílio Luz (Lucas Zaper)

Prédios históricos
A região Leste do Centro, mais isolada e abandonada, também sofre com esse tipo de ataque.
Exemplo disso, é a antiga edificação da Western, responsável pelo telégrafo até 1973: recebeu pintura nova em 2019, mas como está desocupado, foi alvo dos pichadores, que, normalmente, agem de madrugada.

Inscrições na pintura nova da antiga sede do cabo submarino (Billy Culleton)

O antigo Hotel Royal, na mesma Rua João Pinto, também tem a marca dos ‘artistas/malandros’.

Futura sede da Secretaria Municipal de Finanças sofre com vandalismo (Billy Culleton)

 

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