Relíquias – Salvem os últimos dois ‘orelhões’ da região central de Florianópolis

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Eles foram desaparecendo progressivamente nos últimos anos.
Sem que a gente percebesse, os telefones públicos perderam sua finalidade e nós começamos a ignorá-los.
As companhias telefônicas também.

Com o passar do tempo, os (antigamente) queridos ‘orelhões’, que foram imprescindíveis desde 1970 até o final da década de 1990, sumiram da paisagem urbana.

No principal calçadão de Florianópolis, na Felipe Schmidt, eram dezenas deles.
Agora, só tem um (que não funciona!), na esquina com a Rua Álvaro de Carvalho.

O outro destes aparelhos ameaçados de extinção encontra-se no interior do Terminal de Integração do Centro (Ticen) e tampouco funciona.

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Proposta
O poder público poderia resguardar estes últimos ‘instrumentos medievais’ e mantê-los como um símbolo da nossa história recente.
Assim como Londres conserva as tradicionais cabines telefônicas vermelhas nas calçadas da cidade.

Já seria uma grande coisa apenas não exterminá-los por completo, para nunca mais serem vistos ou apreciados pelas gerações futuras.

Nossos filhos e netos têm o direito de saber como era a comunicação há pouco menos de duas décadas: com fichas e cartões telefônicos, além das tradicionais ligações a cobrar.

Vamos preservar a nossa história!

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